quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Blá-blá-blá de uma madrugada pós-dia de Natal


First: Não sei porque tenho um negócio desse salvo nas minhas imagens, mas caiu bem agora.
Second: estou fazendo o mínimo de ruído possível, já que qualquer teclada em falso e acontece uma magia chamada "meu-pai-desligou-o-cabo-da-net" e não estou afim de experimentar esse encantamento.

E antes de mais nada, sim considerem isso como um "thirth", isso NÃO será um texto natalino. Se quer ler isso vai lá no Facebook, compre Deixe a Neve Cair, lê Um Conto de Natal do Dickens, whatever. Você já lhe poupará do meu melodrama clássico de sempre. E se eu estou aqui, é porque nem eu estou aguentando, ou ao menos me prevenindo para não chegar em um nível radioativo. (Se bem que seria legal ferrar certas pessoas com isso e.e)

Eu gosto do dia 26 de dezembro. Não me achem uma Grinch que ODEIA o natal e queima árvores e rouba presentes. (Mantenham uma certa dúvida dessa última parte, cof). E não, não  quero bancar a diferente. Assim como especial de Roberto Carlos, isso já é uma certeza que acontecerá. Mas enfim, já perceberam que passamos mais tempo tentando descartas todas as possíveis interpretações erradas do que simplesmente chegar e falar and fuck the world?

Aviso com antecedência que esse texto será uma mistura de tudo e uma viagem completa e pode te fazer perder a conexão com a sanidade.

Como esse é meu blog pessoal, vou falar, OLHEM SÓ, do meu "lado pessoal", também conhecido como lugar onde a maioria dos problemas e desafios vão ao invés de irem para o "lado profissional". Vejam, como eu disse, agarre sua sanidade.

Natal tem se tornado muito repetitivo; Exploração do comércio. Ter de realmente se vestir como se fosse sair só para ficar na cozinha/sala de estar de casa. Parentes (pior que dor de dente, e aqui eu incluo a tia-das-namoradinhas e o tio-do-pavê. Sim, assim como eu, crio que vocês já estão exaustos desse tipo de coisa. Tanto na família, quanto nas redes sociais). Perguntas. Engordar. Okay, chega, antes que eu comece a escrever as receitas.

E quando parece que todo fim de ano é monótono por ser igual, você se surpreende, pois pior do que isso é quando o clima de natal nem bate a sua porta. (Quem dera se fosse neve). Quando nem se dão o trabalho de te abraçar e desejar o Feliz Natal mais insosso que (insira trocadilho natalino aqui) do mundo. Quando a comida parece ter o mesmo sabor da do resto do ano. Quando as lembranças dos anos passados se sobreesaem em cima do seu "Viva o agora".

Quando foi que tudo começou a perder o encanto? Quando me contaram que Papai-Noel não existe? (Eu já sabia, Coelhinho da Páscoa que me disse). Quando ficar acordado até depois da meia noite virou rotina? Quando o comercial de Barbie passou a ser uma montagem mal feita? Quando de uma boneca, ela passou a ser um padrão de tudo que impusseram? (Não sei se vocês sabem, mas se apertarem a cabeça dela, você só sentirá o ar saindo).

A adolescencia estraga várias coisas. É conhecia nos livros de biologia como período mais ativo dos hormônios. Nos livros de português é a fase das tranformações, época do "agora ou nunca" para crescer ou continuar pior que uma eterna criança. Para os adultos é uma incompreenção, como se fazer 21 anos faz com que uma lavagem cerebral te faça esquecer como você se sentia e que é pior quando nem tentar compreender, apenas jogam a culpa para a maldita palavra da "aborrecencia". Não se perceberam, mas a maioria dos adolescentes emburrados e revoltados só são assim, pois desde que completou 11 anos ele ouviu constantemente de todos que agora é aborrecente e por ser, já se comporta como um.

Como eu avisei, sanidade nível zero, caso tenha sobrevivido o suficiente para continuar.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Vocês NÃO vão querer ler isso.

E não, esse título não é para despertar vontade de ninguém em ler isso. Simplesmente estou dizendo a verdade. 
Peguei a primeira imagem que vi.
Olá, meu nome é Beatriz Bastos (tenho um sobrenome no meio desses, mas vamos ignorar isso), no momento tenho/possuo 15 anos e estou lutando para conseguir escrever tudo que anda se passando pela minha mente desde o 'O' em maiúsculo do 'Olá' até a última palavra encostada no ponto final. Vale resaltar que preciso ficar me lembrando de parecer natural, quando ao fazer isso, obviamente perco a naturalidade e tenho que me obrigar a esquecer que me lembrei disso e só guardar a parte do ser natural? Alias, minha mente quer que eu veja sentido em coisas como essas e não, você, caro leitor que me darei o direito de chamar de fantasminha camarada porque é "brega sendo piegas". Tive que voltar para digitar "porque" corretamente, pois sou uma adolescente que sofre do mal hábito do internetês. Me condene, sociedade, ou não, afinal, essa era sua intenção, certo? Criar uma nação de jovens que só se comuniquem pela internet com essa não-vocabulário e na vida real, não se comunique. Palmas, bom trabalho.

Enfim, tudo isso foi uma introdução ilógica e sem sentido para o que eu realmente queria escrever, se é que eu comecei a escrever aqui com alguma meta em mente. E sim, isso contradisse o que eu acabei de digitar no parágrafo interior, mas se eu for parar para arrumar todas as lacunas que deixo... estaria reparando algo ainda mais esburacado que estradas brasileiras. E, caro gringo que nunca leria isso pelo simples fato de estar em português e você provavelmente não possui o dom de ler, (mentira, vocês simplesmente tem algo melhor para fazer na vida do que ler meu blog, até eu tenho coisa melhor para fazer que isso. Sim, isso também foi mentira.), eu tenho o direito de xingar minha nação pelo fato de ser minha nação.

Eu sou uma pessoa mais contraditória que resfriado no verão. As duas coisas já são relativamante ruins, digo em dias escaldantes, e o pior é a não combinação que elas não fazem. Ou fazem, whatever. Veja bem, no inverno, ficar respriado é natural e você faz de tudo para se esquentar. Mas no verão, se você liga o ventilador, começa a espirar. Se desliga, começa a derreter. Isso me fez afirmar ainda mais que eu sou um resfriado no verão: chato, incômodo, contraditória e que nada combina.

Mas vamos ver se eu consigo fazer você melhorar um pouco a impressão que lhe deixei. Sim, eu gosto do impossível. E de brincar com o perigo? Bem, eu leio livros, o que é bem parecido.
Tá, chega. Eu não sou dessas adolescente, pois sim, falar pessoas não faz jus a enfâse que a palavra adolescente faz na mente (ai que lindo, rimou. Grinch não aprova), 'depressivinhos', que tira foto com camisas de bandas de rock, tira fotos fazendo o simbolo "eu te amo" eu libras, que diz gostar de livros e filmes 'épicos', que se consideram tímidos e falam abertamente que são, que dizem ter problemas para se relacionar com as pessoas, que odeiam segundas feiras, que amam as sextas, que odeiam a escola e poderiam explodi-lá, que tirou foto durante os protestos, que assisti Pânico na TV, que quer uma camisa estampada com a bandeira dos USA (gringos, eu sei que essa sigla acordou vocês, mas podem voltar a dormir, ou... eu diria deixar de existir, mas então já seria contradição demais até pra mim), que tira foto de si mesmo e posta com legenda de trechos de música, que curte as fotos dos 'colegas' para receber e cobrar essas curtidas de volta. Enfim, adoraria citar mais exemplos, pois eu vivo nesse meio, infelizmente, mas "a vida não é uma fábrica de realização de desejos". Ou seria máquina? É preciso reler ACEDE, ou ao menos deixar a preguiça de ir no google de lado.

Mas aonde quero chegar? Como eu já disse, a lugar nenhum (quem dera que fosse o do Neil Gaiman), eu só estou matando meu tempo quando eu deveria fazer algo mais últil, como estudar para minha prova de recuperação de Geografia na primeira aula de manhã. Sim, o ensino médio fez com que eu ficasse de recuperação em algumas provas e não, isso nunca aconteceu e ainda não acontece com frequência. E esse foi meu lado nerd que nunca para de falar. Pois sim, ele faz mais que eu e não, por eu não o deixar falar, afinal eu nunca falo, ele fica irritando meu pensamentos adicionando muita culpa quando eu não estudo o que ele julga ser "suficiente". Pois eu quando não estou afim de estudar para a prova, tiro 7 no boletim. E você se matando para fechar com 6, kisses.

Você pode estar achando que eu fui um tanto arrogante, (arrogante pra caramba) no parágrafo acima, mas querido fantasminha camarada, se você tivesse passado a vida se dedicando aos estudos, livros, escrita e afins como eu fiz, teria esse direito. E não é arrogância, eu posso me chamar de arrogante, porque eu sou eu, e sim, teoricamente, você pode me achar arrogante, e provar que eu vivo nos seus pensamentos até na hora de me julgar.

Eu não tinha nada disso em mente quando comecei a escrever. Beleza, eu não tinha nada em mente. Só algumas coisas.

Eu vim escrever esse post não porque minha nostalgia chegou no limite, pois é igual bexiga quando você enche ao ponto de estoura e deixa o ar escapar, ela não encolhe ao que era antes. Ela se estica de tal maneira que, olha que surpresa!, não volta ao que era antes e fica com, obviamente, muito mais espaço. E completando essa frase com o que eu mais faço, muito mais espaço para nostalgias.

A propósito, eu já comentei que sou nostálgica? Não? Ótimo, eu sou.

Enfim, não sei quanto a vocês, que já passaram dessa fase (como se vocês lessem isso daqui), ou a vocês que estão nela, tudo bem que a maioria está "stalkiando" o face de alguém. Mas eu sou do tipo (se é que existe seres suficientes infelizes para fazer o que eu faço para sermos declarados uma espécie separada da humana) que faz marcas temporais, e não adora nem odeia. Apenas as faz e não consegue de parar e voltar mentalmente no tempo para pensar nelas. Coisas do tipo "Daqui 1 ano eu vou lembrar que disse isso agora" and just. O resto do estrago fica reservado para explodir meu cérebro de nostalgia-programada daqui a um ano. Mas se acha que tudo fica tranquilo mo momento em que planto essa granada em mim? No-no, eu fico tentando me lembrar aonde estava a um ano atrás. 

(Pausa para você me assassinarem mentalmente. Curiosamente, o "trouxa" é o adjetivo que eu mais acho que usam. Talvez porque geralmente são pessoas que não sabem o que isso significa para quem frequentou Hogwarts. E que feio, corretor ortográfico do Google Chrome, não sabe o que é 'Hogwarts', seu trouxa)

 Vamos, ao menos e vou, adicionar uma daquelas agulhinhas com uma bolinha de plástico colorida em cima que usa-se para segurar anúncios ou afins, aqui. Eu no dia 3 de dezembro de 2013, me recusando a estudar para uma prova de geografia, preferindo dormir, comer e ler A Sombra da Serpente. Onde será que estarei e que pensamento terei ano que vem? (Espero que indo para o 3°EM, please).

Lembra que eu disse que sou contraditória, claro que não, ninguém lembra metade do que falo. Um texto para escrever 4,5 linhas no final. Claro eu ainda tenho MUITO o que escrever. Sintam o drama no Caps, eu me segurei para clicar só quando estritamente necessário. Mas deixa isso para outras marcas mentais, se bem que alguns eu não queria nem me lembrar nesse momento presente.

(Sim, texto cheio de erros. Adiciono aqui a marca mental para lembrar de algum dica passar isso para o Word). Preguiça de encher de negrito e itálico e riscar as palavrar estrangeiras também. Sim, o mundo precisa de pessoas como eu.