domingo, 7 de julho de 2013

Aquela Menina

Ideia trazida da escola Feita por uma problemática Nunca compartilhada 


Hey leitores invisíveis. Andei um bom tempo longe e talvez (tenha uma boa certeza disso), eu tenha mudado um pouco. Eu sinto a diferença, não só no meu modo de escrever, não estou me referindo apenas a vocabulário, mas no que eu escrevo e a intensidade das palavras nas coisas que me concentro. É estranho e inovador. Chama-se amadurecer para quem não sabe, e se você não tem sentindo coisas desse tipo, talvez faça parte deste grupo de pessoas.
Right, eu separei uma parte do dia de hoje para limpar meu quarto (pode cantar Aleluia a vontade). E encontrei algumas folhas com textos antigos meus espalhados pelos cadernos. Isso ativou a nostalgia em mim, caso queiram saber, meus Gasparzinhos leitores.
Well, boa parte deles vão para meu tumblr já que eu os escrevi seguindo um fluxo de pensamentos, que sinceramente, foram parar no papel por estarem fazendo confusão na minha mente, ou seja, eu não os entendo, apenas senti naquele momento. (Não que não me pertubem mais, claro.)
Parando com a introdução filosófica e enrolada, vou escrever logo o texto que achei adequado para postar em blog, que dizer, neste blog nem um pouco adequado em relação a blogs normais.

Com exatamente as mesmas palavras:

"Redação: O que é o beijo?
Acho beijos superestimados, mas as pessoas fazem dessa obsessão uma coisa banal. Quem nunca beijou deve ser "zoado" e quem já beijou deve beijar mais. Muita importância para um ato que o tratam como uma conquista trivial. Isso afeta pessoas que possuem um brilho como o do sol, gigante, caloroso, mas raramente é notado. Preferem luzes artificiais.

Sabe aquela menina de 11 anos, onde tudo é novo e vibrante para ela. Algumas compartilham experiências sobre isso, tudo começa a ficar diferente, mas ela não tem uma opinião formada sobre isso.
Aquela menina de 12 anos que começa a se acostumar com as mudanças. Ela é uma delas. Vive cercada de várias coisas, pessoas, mas não tem certeza se o que dizem é normal  para ela. E se ela gostar de ser assim, única?
Aquela menina de 13 anos que vive cercada por todos os lados até dentro dela e quer se controlar. Agora é normal falar sobre tudo, é comum ouvir todos os tipos de coisas, mas parece que é inaceitável não querer participar delas. É errado ter opinião sobre o que realmente acha importante. É errado escolher a outra opção, a que leva ninguém falar com ela. É certo não querer o que eles falam?
Aquela menina de 14 anos que continua a lutar da melhor forma possível. Mas na verdade ela já desistiu, nenhuma luta vai a ela. Ela quer deixar ser vencida e se sente uma inimiga por isso. O que a cercava por dentro estava se tornando um monstro e ela não sabe se quer matá-lo. Ela pensa se não chegou a hora de libertá-lo, de se libertar. De que tipo de prisão ela ainda não sabe, mas foi ela quem se prendeu."

Agora uma adicional, afinal, aquela menina já fez mais um aniversário.

"Aquela menina de 15 anos que tenta entender qual é a sua luta, quer descobrir se há alguma ou ela que a está criando. Talvez ela já tenha encontrado boa parte da sua definição, de quem ela é, mas o problema agora é como mostrá-lo. Ela sabe que a vida não é um palco, e se fosse, não saberia como encenar o roteiro que teve tanto trabalho para criar. Ela tem medo de perder a essência das próprias palavras, tem medo de deixar o mundo a atrair como um ímã e ela perder seu campo de força único. Ela tem medo de passar parte da vida tentando entender seu passado, tentado fazer uma ligação com o seu futuro e esquecer que a resposta é o agora. Ela só quer delimitar quem é ela,tanto em seu interior quanto em tudo que a cerca. Só quer ter consciência das guerras passadas para não embarcar na mesma derrota."

Aquela menina não quer classificá-la por idade, por viradas de ano, por  voltas do relógio. Talvez essa seja sua luta atual, e a certeza é de não querer gastar toda sua mente pensando nisso, nem abaixar a guarda e receber uma ferida. E essa menina está tendo mais uma filosofia de lago. Eu sei que a água está acabando, mas eu ficaria feliz se essa fonte secasse. Okay, espero que essa menina continua evoluindo e se definindo. Pelo menos evoluiu na escolha de imagens, chega de Google Imagens, o negócio agora é WeHeartIt

"Confissões de uma aborrecênte"


( bem chata e que gosta escrever...)
 Boa noite... Boa noite. Boa noite sim, mesmo que isso seja um clichê que varias pessoas se esquecem de trocar pelo 'Boa tarde' depois das 18:00.
 Bem, andei pensando, (novidade...), muito sobre muitas coisas e queria compartilhar, em bom português, (ou em português mais ou menos, mais vale), pois acho que alguém gostaria de ler algo que não seja só as noticias, (barra fofoca, barra tragédia) da pagina inicial do Yahoo ou as piadinhas mais que irritantes do Facebook. Se não tem alguém vai eu mesma.
 Sabe, pessoas na 'aborrecência' tem aquelas fases de ' descobrir quem realmente sou eu ' (Arrg), porque tem toda aquela história de que a próxima etapa da vida será ser adulto e para isso tem que estar preparado para trabalhar e encarar a vida serio, conseguindo se sustentar, ( às vezes com uma família), sozinho. Então é bem recomendado, (não só por mim), que a maioria das pessoas nessa fase procure coisas, digamos assim, produtivas, que venha a te proporcionar algum beneficio, tanto no seu caráter, (no seu 'quem sou eu '), tanto no seu futuro. Mas então é ai que vem algo um tanto que complicado, que é o comportamento dessa pessoa em relação ao seu exterior, (de um jeito mais simples, o jeito que a pessoa age quando está com outros tipos de pessoas, diferentes).
Adultos, queridos adultos, vocês que 'já passaram dessa fase', se lembra dos seus pais falando que você tinha de 'agir de tal maneira', (isso provavelmente sim), querendo que vocês agissem com eles igual como você agia com seus 'coleginhas'? Provavelmente não, ele queria que você o tratasse com mais respeito e não que você tratasse igual ' sua parecera', (é, acho que assim que se escreve). É quase a mesma coisa agora. Eu acho que você tem que tratar cada pessoa de um modo que cada uma receba o tratamento adequado à situação e o grau de intimidade que você tem com ela, (tratar cada uma de um modo diferente, deixando o botão do bom - senso ligado, por favor!). Pensa: você não traria seu chefe igual você trata sua avó, do mesmo jeito que não trata sua mãe do mesmo jeito que você trata um 'coleguinha', (até porque você iria apanhar muito).
 Não me entendam mal, não estou falando, (escrevendo no caso, certo?), em não ser verdadeiro quanto às variações do seu interlocutor, bem ao contrario, em saber utilizar certos métodos ao conversar com pessoas diferentes. Outro exemplo em saber falar e mudar o seu comportamento com outras pessoas, é que você não sai para contar seus problemas para alguém do seu trabalho, do mesmo jeito que você não vai tratar sua mãe igual qualquer pessoa que passa por você no corredor. É isso que eu queria compartilhar. 
 Não fiquem achando ruim se estamos mudando algumas coisas no nosso comportamento com vocês, ou se vocês fossem sentem que não estamos contando tudo a vocês. Estamos crescendo, tudo muda, não só o corpo, mas a mente junto com ele, (junto não é bem a palavra, pois tem pessoas com ' corpinho violão' e o cérebro do tamanho da palheta). E POR FAVOR, não ajam como se nunca tivessem passado por isso, como se seu filho fosse à primeira criatura que passa pela 'aborrecência'. Lembram-se como foi essa fase pra você, e tentem atribuir isso aos dias de hoje, com a sociedade atual, (e não me refiro à tecnologia), e o comportamento dos 'jovens' de hoje em dia,( sim, aguns bem fúteis). Em relação a você não sentir que estamos falando tudo para com vocês, bem, não esperem que no dia para o outro quando você perguntar “Tudo bem, filho?" ele venha no seu colo e explique desenhado tudo que vem passando com ele. Isso é uma questão de tempo. Eu acho, (pelo menos eu), que nessa idade, nós atribuição essa coisa de 'se confessar' pros adultos, igual fazemos melhores amigos. Demora muito tempo até que a pessoa prove confiança e que vala a pena compartilhar itens da vida com ele. Eles acham que é mais fácil contar para melhores amigos, mesmo que eles tenham a mesma ideologia, (o que são poucos que tenham uma, digamos, que preste, por isso é difícil acham 'BFFs' e talvez seja por isso que pra mim 'BFF' para mim quer dizer 'Batata Frita Forever'), que nós, sabemos que eles não vão nos punir ou dar bronca, apenas vão ouvir e tentar nos consolar. Nós às vezes não gostamos de falar certas coisas com os pais, porque às vezes não temos tanto vinculo, ou uma porta aberta de verdade, não é apenas chegar e si confessar para o padre, sabemos que o padre não vai fazer o mesmo com nós. 
Não sei se estou deixando claro o que eu quero dizer, então lá vai: falamos mais com melhores amigos do que com os pais, não só porque além do problema que temos, vamos ter que aguentar uma bronca ou coisa pior dependendo do que falaremos, (sem contar os sermões, o que não aguentamos, pelo mesmo eu), mas porque sabemos que o melhor amigo vai fazer o mesmo conosco, quando ele quiser, vai poder se abrir com nós, e no final tudo vai acabar 'com brincadeiras e histórias para serem contadas aos netinhos', ( como num lindo filme de lição de moral, aarrg). Queremos falar com pais, mas temos receio de não ter ajuda, de só ter sermões e nada de diversão e histórias. Por isso queridos adultos, tenham essa porta de uma verdadeira amizade com os filhos, vocês vão gostar e nós também.
 Agora, não faça tudo acabar com em séries americanas que a mãe fica no meio dos amigos, falando se ele trocou a cueca ou como ele era lindo tomando banho.