quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Blá-blá-blá de uma madrugada pós-dia de Natal


First: Não sei porque tenho um negócio desse salvo nas minhas imagens, mas caiu bem agora.
Second: estou fazendo o mínimo de ruído possível, já que qualquer teclada em falso e acontece uma magia chamada "meu-pai-desligou-o-cabo-da-net" e não estou afim de experimentar esse encantamento.

E antes de mais nada, sim considerem isso como um "thirth", isso NÃO será um texto natalino. Se quer ler isso vai lá no Facebook, compre Deixe a Neve Cair, lê Um Conto de Natal do Dickens, whatever. Você já lhe poupará do meu melodrama clássico de sempre. E se eu estou aqui, é porque nem eu estou aguentando, ou ao menos me prevenindo para não chegar em um nível radioativo. (Se bem que seria legal ferrar certas pessoas com isso e.e)

Eu gosto do dia 26 de dezembro. Não me achem uma Grinch que ODEIA o natal e queima árvores e rouba presentes. (Mantenham uma certa dúvida dessa última parte, cof). E não, não  quero bancar a diferente. Assim como especial de Roberto Carlos, isso já é uma certeza que acontecerá. Mas enfim, já perceberam que passamos mais tempo tentando descartas todas as possíveis interpretações erradas do que simplesmente chegar e falar and fuck the world?

Aviso com antecedência que esse texto será uma mistura de tudo e uma viagem completa e pode te fazer perder a conexão com a sanidade.

Como esse é meu blog pessoal, vou falar, OLHEM SÓ, do meu "lado pessoal", também conhecido como lugar onde a maioria dos problemas e desafios vão ao invés de irem para o "lado profissional". Vejam, como eu disse, agarre sua sanidade.

Natal tem se tornado muito repetitivo; Exploração do comércio. Ter de realmente se vestir como se fosse sair só para ficar na cozinha/sala de estar de casa. Parentes (pior que dor de dente, e aqui eu incluo a tia-das-namoradinhas e o tio-do-pavê. Sim, assim como eu, crio que vocês já estão exaustos desse tipo de coisa. Tanto na família, quanto nas redes sociais). Perguntas. Engordar. Okay, chega, antes que eu comece a escrever as receitas.

E quando parece que todo fim de ano é monótono por ser igual, você se surpreende, pois pior do que isso é quando o clima de natal nem bate a sua porta. (Quem dera se fosse neve). Quando nem se dão o trabalho de te abraçar e desejar o Feliz Natal mais insosso que (insira trocadilho natalino aqui) do mundo. Quando a comida parece ter o mesmo sabor da do resto do ano. Quando as lembranças dos anos passados se sobreesaem em cima do seu "Viva o agora".

Quando foi que tudo começou a perder o encanto? Quando me contaram que Papai-Noel não existe? (Eu já sabia, Coelhinho da Páscoa que me disse). Quando ficar acordado até depois da meia noite virou rotina? Quando o comercial de Barbie passou a ser uma montagem mal feita? Quando de uma boneca, ela passou a ser um padrão de tudo que impusseram? (Não sei se vocês sabem, mas se apertarem a cabeça dela, você só sentirá o ar saindo).

A adolescencia estraga várias coisas. É conhecia nos livros de biologia como período mais ativo dos hormônios. Nos livros de português é a fase das tranformações, época do "agora ou nunca" para crescer ou continuar pior que uma eterna criança. Para os adultos é uma incompreenção, como se fazer 21 anos faz com que uma lavagem cerebral te faça esquecer como você se sentia e que é pior quando nem tentar compreender, apenas jogam a culpa para a maldita palavra da "aborrecencia". Não se perceberam, mas a maioria dos adolescentes emburrados e revoltados só são assim, pois desde que completou 11 anos ele ouviu constantemente de todos que agora é aborrecente e por ser, já se comporta como um.

Como eu avisei, sanidade nível zero, caso tenha sobrevivido o suficiente para continuar.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Vocês NÃO vão querer ler isso.

E não, esse título não é para despertar vontade de ninguém em ler isso. Simplesmente estou dizendo a verdade. 
Peguei a primeira imagem que vi.
Olá, meu nome é Beatriz Bastos (tenho um sobrenome no meio desses, mas vamos ignorar isso), no momento tenho/possuo 15 anos e estou lutando para conseguir escrever tudo que anda se passando pela minha mente desde o 'O' em maiúsculo do 'Olá' até a última palavra encostada no ponto final. Vale resaltar que preciso ficar me lembrando de parecer natural, quando ao fazer isso, obviamente perco a naturalidade e tenho que me obrigar a esquecer que me lembrei disso e só guardar a parte do ser natural? Alias, minha mente quer que eu veja sentido em coisas como essas e não, você, caro leitor que me darei o direito de chamar de fantasminha camarada porque é "brega sendo piegas". Tive que voltar para digitar "porque" corretamente, pois sou uma adolescente que sofre do mal hábito do internetês. Me condene, sociedade, ou não, afinal, essa era sua intenção, certo? Criar uma nação de jovens que só se comuniquem pela internet com essa não-vocabulário e na vida real, não se comunique. Palmas, bom trabalho.

Enfim, tudo isso foi uma introdução ilógica e sem sentido para o que eu realmente queria escrever, se é que eu comecei a escrever aqui com alguma meta em mente. E sim, isso contradisse o que eu acabei de digitar no parágrafo interior, mas se eu for parar para arrumar todas as lacunas que deixo... estaria reparando algo ainda mais esburacado que estradas brasileiras. E, caro gringo que nunca leria isso pelo simples fato de estar em português e você provavelmente não possui o dom de ler, (mentira, vocês simplesmente tem algo melhor para fazer na vida do que ler meu blog, até eu tenho coisa melhor para fazer que isso. Sim, isso também foi mentira.), eu tenho o direito de xingar minha nação pelo fato de ser minha nação.

Eu sou uma pessoa mais contraditória que resfriado no verão. As duas coisas já são relativamante ruins, digo em dias escaldantes, e o pior é a não combinação que elas não fazem. Ou fazem, whatever. Veja bem, no inverno, ficar respriado é natural e você faz de tudo para se esquentar. Mas no verão, se você liga o ventilador, começa a espirar. Se desliga, começa a derreter. Isso me fez afirmar ainda mais que eu sou um resfriado no verão: chato, incômodo, contraditória e que nada combina.

Mas vamos ver se eu consigo fazer você melhorar um pouco a impressão que lhe deixei. Sim, eu gosto do impossível. E de brincar com o perigo? Bem, eu leio livros, o que é bem parecido.
Tá, chega. Eu não sou dessas adolescente, pois sim, falar pessoas não faz jus a enfâse que a palavra adolescente faz na mente (ai que lindo, rimou. Grinch não aprova), 'depressivinhos', que tira foto com camisas de bandas de rock, tira fotos fazendo o simbolo "eu te amo" eu libras, que diz gostar de livros e filmes 'épicos', que se consideram tímidos e falam abertamente que são, que dizem ter problemas para se relacionar com as pessoas, que odeiam segundas feiras, que amam as sextas, que odeiam a escola e poderiam explodi-lá, que tirou foto durante os protestos, que assisti Pânico na TV, que quer uma camisa estampada com a bandeira dos USA (gringos, eu sei que essa sigla acordou vocês, mas podem voltar a dormir, ou... eu diria deixar de existir, mas então já seria contradição demais até pra mim), que tira foto de si mesmo e posta com legenda de trechos de música, que curte as fotos dos 'colegas' para receber e cobrar essas curtidas de volta. Enfim, adoraria citar mais exemplos, pois eu vivo nesse meio, infelizmente, mas "a vida não é uma fábrica de realização de desejos". Ou seria máquina? É preciso reler ACEDE, ou ao menos deixar a preguiça de ir no google de lado.

Mas aonde quero chegar? Como eu já disse, a lugar nenhum (quem dera que fosse o do Neil Gaiman), eu só estou matando meu tempo quando eu deveria fazer algo mais últil, como estudar para minha prova de recuperação de Geografia na primeira aula de manhã. Sim, o ensino médio fez com que eu ficasse de recuperação em algumas provas e não, isso nunca aconteceu e ainda não acontece com frequência. E esse foi meu lado nerd que nunca para de falar. Pois sim, ele faz mais que eu e não, por eu não o deixar falar, afinal eu nunca falo, ele fica irritando meu pensamentos adicionando muita culpa quando eu não estudo o que ele julga ser "suficiente". Pois eu quando não estou afim de estudar para a prova, tiro 7 no boletim. E você se matando para fechar com 6, kisses.

Você pode estar achando que eu fui um tanto arrogante, (arrogante pra caramba) no parágrafo acima, mas querido fantasminha camarada, se você tivesse passado a vida se dedicando aos estudos, livros, escrita e afins como eu fiz, teria esse direito. E não é arrogância, eu posso me chamar de arrogante, porque eu sou eu, e sim, teoricamente, você pode me achar arrogante, e provar que eu vivo nos seus pensamentos até na hora de me julgar.

Eu não tinha nada disso em mente quando comecei a escrever. Beleza, eu não tinha nada em mente. Só algumas coisas.

Eu vim escrever esse post não porque minha nostalgia chegou no limite, pois é igual bexiga quando você enche ao ponto de estoura e deixa o ar escapar, ela não encolhe ao que era antes. Ela se estica de tal maneira que, olha que surpresa!, não volta ao que era antes e fica com, obviamente, muito mais espaço. E completando essa frase com o que eu mais faço, muito mais espaço para nostalgias.

A propósito, eu já comentei que sou nostálgica? Não? Ótimo, eu sou.

Enfim, não sei quanto a vocês, que já passaram dessa fase (como se vocês lessem isso daqui), ou a vocês que estão nela, tudo bem que a maioria está "stalkiando" o face de alguém. Mas eu sou do tipo (se é que existe seres suficientes infelizes para fazer o que eu faço para sermos declarados uma espécie separada da humana) que faz marcas temporais, e não adora nem odeia. Apenas as faz e não consegue de parar e voltar mentalmente no tempo para pensar nelas. Coisas do tipo "Daqui 1 ano eu vou lembrar que disse isso agora" and just. O resto do estrago fica reservado para explodir meu cérebro de nostalgia-programada daqui a um ano. Mas se acha que tudo fica tranquilo mo momento em que planto essa granada em mim? No-no, eu fico tentando me lembrar aonde estava a um ano atrás. 

(Pausa para você me assassinarem mentalmente. Curiosamente, o "trouxa" é o adjetivo que eu mais acho que usam. Talvez porque geralmente são pessoas que não sabem o que isso significa para quem frequentou Hogwarts. E que feio, corretor ortográfico do Google Chrome, não sabe o que é 'Hogwarts', seu trouxa)

 Vamos, ao menos e vou, adicionar uma daquelas agulhinhas com uma bolinha de plástico colorida em cima que usa-se para segurar anúncios ou afins, aqui. Eu no dia 3 de dezembro de 2013, me recusando a estudar para uma prova de geografia, preferindo dormir, comer e ler A Sombra da Serpente. Onde será que estarei e que pensamento terei ano que vem? (Espero que indo para o 3°EM, please).

Lembra que eu disse que sou contraditória, claro que não, ninguém lembra metade do que falo. Um texto para escrever 4,5 linhas no final. Claro eu ainda tenho MUITO o que escrever. Sintam o drama no Caps, eu me segurei para clicar só quando estritamente necessário. Mas deixa isso para outras marcas mentais, se bem que alguns eu não queria nem me lembrar nesse momento presente.

(Sim, texto cheio de erros. Adiciono aqui a marca mental para lembrar de algum dica passar isso para o Word). Preguiça de encher de negrito e itálico e riscar as palavrar estrangeiras também. Sim, o mundo precisa de pessoas como eu.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Desabafo com as paredes

Sim, eu preciso escrever quando o texto foi feito (uma tentativa de explicar aquilo que já foi trabalhado em diversos textos no tumblr, mas a escritora aqui tem sérios problemas em aprender com os erros) e de onde tirei a foto (WeHeartIt). O que ela significa? Me diga você.


(Ignore minha brizagem na introdução à cima e comecei por aqui).
É simplesmente muita babaquice ficar pensando essas coisas. E NÃO, NÃO ESTOU FALANDO DE COMO TAL GAROTO É LINDO, COMO EU QUERIA QUE ELE FALASSE COMIGO OU OUTROS ETCS QUE BESTEIRAS COMO ESSAS.
O fato de eu ser garota e ter 15 anos aciona algum bug na mente das pessoas que fazem elas acharem que toda menina nessa idade ama se arrumar, pensar em garotos, dar risadinhas com as amigas, viver em lojas de roupa ou outros tipos de preconceito. ARG, como eu odeio, mas deixa isso para outro post.

No momento, e com isso quero dizer neste post, quero me concentrar em uma coisa: O fato de eu não conseguir me concentrar neste momento, o presente, o agora, o já. Não é atoa que o nome do meu tumblr já foi Nostalgic Girl. Nostalgia é simplesmente a melhor palavra que me define (não, não é monstro, sorry guys). Eu não me conformo quando vejo fotos antigas e lembro-me de tudo que aconteceu naquele dia até aquele momento, e as pessoas ao meu redor apenas mantém aquela expressão de surpresa agradável ao ser surpreendida pela existência daquelas fotos. NÃO ME CONFORMO. 

Diga-me, isso é algum tipo de problema que pode ser diagnosticado como Síndrome do Não-anda-pra-frente ou qualquer nome bizarro derivado do latim que chove em livros de Biologia? É normal (tudo bem que eu não sou lá uma referencia para coisas normais), passar boa parte do dia refletindo sobre as lembranças, associando coisas, detalhes do seu atual dia a dia com momento, pessoas, objetos, marcados na sua memória, pois agora eles só existem lá?
Eu sou assim, cara!, meus conflitos mentais são em boa maioria essas coisas sem sentido. 
E eu não chamo isso de viver no passado. Por mais estranho e óbvio que isso possa ser, para mim é simplesmente uma maneira de não esquecer as raízes, por mais que elas já tenham crescido e dado outros tipos de frutos. Não esquecer o que me fez chegar até aqui. Não abandonar as coisas que têm me sustentado por todo esse tempo de existência que me permito à honra de chamar "minha vida".

Claro, admito que não gostaria de envelhecer e virar uma versão feminina mais enrugada do Karl, o velhinho de Up! Altas Aventuras. Não quero acabar me invocando com alguma lembrança e isso me impedir de viver a vida, ou deixar a vida me mostrar como se deve viver em cada fase de mudança dela. 

(Quando me empolgo para escrever, não paro até que tenha saído um Novo Testamento e mesmo assim a sensação de ainda ter muita coisa entalada na garganta, engarrafada no cérebro, rodopiando junto com os outros excessos de ideias e coisa para falar me assombram. Sim, isso era para ser só um mini-parênteses como uma introdução legal, mas deixa pra lá.)

Vou falar o que eu sei, e não o que eu faço, right guys? Creio que, não, temos certeza que o passado ficou para trás (Esse entra para as frases "País rico é país em pobreza", come on), então por que algumas pessoas, vulgo eu, acham tão difícil deixar a preocupação junto com ele? Talvez pelo medo do novo, assim como uma cama velha, a rotina já tem sua marca, seu jeito personalizado durante 943040298432 anos e você já sabe seu lugar (Well, pelo menos tem consciência que existe) e sabe seus limites, mesmo que não os cumpre. Sabe quais são seus defeitos e onde devia melhorar, mesmo que não tente. No negócio do "novo", não. Ai o buraco é mais embaixo. Você começa a calcular as possibilidades de um jeito estranhamente estatístico, os "e se" brotam que nem capim, os talvez pingam nos seus pensamentos com chuva e as preocupações encontram uma terra fértil para germinar. 

Às vezes aquele impulso de sair sendo você acaba gerando uma força contrária maior que o previsto. Aquilo que era para ser superado acabe lhe atropelando. De novo. Mas isso também é assunto para outro post. E sim, eu sou encerrar o assunto desse jeito mesmo, pois ainda não acabou. Só acaba quando alguém içar bandeira branca, e acreditem meus caros leitores invisíveis (Like Charlie e suas vantagens): eu nem mandei fazer a minha. Fique com a foto do demônio cacheado, assinado eu, como um assustador ponto final.

domingo, 7 de julho de 2013

Aquela Menina

Ideia trazida da escola Feita por uma problemática Nunca compartilhada 


Hey leitores invisíveis. Andei um bom tempo longe e talvez (tenha uma boa certeza disso), eu tenha mudado um pouco. Eu sinto a diferença, não só no meu modo de escrever, não estou me referindo apenas a vocabulário, mas no que eu escrevo e a intensidade das palavras nas coisas que me concentro. É estranho e inovador. Chama-se amadurecer para quem não sabe, e se você não tem sentindo coisas desse tipo, talvez faça parte deste grupo de pessoas.
Right, eu separei uma parte do dia de hoje para limpar meu quarto (pode cantar Aleluia a vontade). E encontrei algumas folhas com textos antigos meus espalhados pelos cadernos. Isso ativou a nostalgia em mim, caso queiram saber, meus Gasparzinhos leitores.
Well, boa parte deles vão para meu tumblr já que eu os escrevi seguindo um fluxo de pensamentos, que sinceramente, foram parar no papel por estarem fazendo confusão na minha mente, ou seja, eu não os entendo, apenas senti naquele momento. (Não que não me pertubem mais, claro.)
Parando com a introdução filosófica e enrolada, vou escrever logo o texto que achei adequado para postar em blog, que dizer, neste blog nem um pouco adequado em relação a blogs normais.

Com exatamente as mesmas palavras:

"Redação: O que é o beijo?
Acho beijos superestimados, mas as pessoas fazem dessa obsessão uma coisa banal. Quem nunca beijou deve ser "zoado" e quem já beijou deve beijar mais. Muita importância para um ato que o tratam como uma conquista trivial. Isso afeta pessoas que possuem um brilho como o do sol, gigante, caloroso, mas raramente é notado. Preferem luzes artificiais.

Sabe aquela menina de 11 anos, onde tudo é novo e vibrante para ela. Algumas compartilham experiências sobre isso, tudo começa a ficar diferente, mas ela não tem uma opinião formada sobre isso.
Aquela menina de 12 anos que começa a se acostumar com as mudanças. Ela é uma delas. Vive cercada de várias coisas, pessoas, mas não tem certeza se o que dizem é normal  para ela. E se ela gostar de ser assim, única?
Aquela menina de 13 anos que vive cercada por todos os lados até dentro dela e quer se controlar. Agora é normal falar sobre tudo, é comum ouvir todos os tipos de coisas, mas parece que é inaceitável não querer participar delas. É errado ter opinião sobre o que realmente acha importante. É errado escolher a outra opção, a que leva ninguém falar com ela. É certo não querer o que eles falam?
Aquela menina de 14 anos que continua a lutar da melhor forma possível. Mas na verdade ela já desistiu, nenhuma luta vai a ela. Ela quer deixar ser vencida e se sente uma inimiga por isso. O que a cercava por dentro estava se tornando um monstro e ela não sabe se quer matá-lo. Ela pensa se não chegou a hora de libertá-lo, de se libertar. De que tipo de prisão ela ainda não sabe, mas foi ela quem se prendeu."

Agora uma adicional, afinal, aquela menina já fez mais um aniversário.

"Aquela menina de 15 anos que tenta entender qual é a sua luta, quer descobrir se há alguma ou ela que a está criando. Talvez ela já tenha encontrado boa parte da sua definição, de quem ela é, mas o problema agora é como mostrá-lo. Ela sabe que a vida não é um palco, e se fosse, não saberia como encenar o roteiro que teve tanto trabalho para criar. Ela tem medo de perder a essência das próprias palavras, tem medo de deixar o mundo a atrair como um ímã e ela perder seu campo de força único. Ela tem medo de passar parte da vida tentando entender seu passado, tentado fazer uma ligação com o seu futuro e esquecer que a resposta é o agora. Ela só quer delimitar quem é ela,tanto em seu interior quanto em tudo que a cerca. Só quer ter consciência das guerras passadas para não embarcar na mesma derrota."

Aquela menina não quer classificá-la por idade, por viradas de ano, por  voltas do relógio. Talvez essa seja sua luta atual, e a certeza é de não querer gastar toda sua mente pensando nisso, nem abaixar a guarda e receber uma ferida. E essa menina está tendo mais uma filosofia de lago. Eu sei que a água está acabando, mas eu ficaria feliz se essa fonte secasse. Okay, espero que essa menina continua evoluindo e se definindo. Pelo menos evoluiu na escolha de imagens, chega de Google Imagens, o negócio agora é WeHeartIt

"Confissões de uma aborrecênte"


( bem chata e que gosta escrever...)
 Boa noite... Boa noite. Boa noite sim, mesmo que isso seja um clichê que varias pessoas se esquecem de trocar pelo 'Boa tarde' depois das 18:00.
 Bem, andei pensando, (novidade...), muito sobre muitas coisas e queria compartilhar, em bom português, (ou em português mais ou menos, mais vale), pois acho que alguém gostaria de ler algo que não seja só as noticias, (barra fofoca, barra tragédia) da pagina inicial do Yahoo ou as piadinhas mais que irritantes do Facebook. Se não tem alguém vai eu mesma.
 Sabe, pessoas na 'aborrecência' tem aquelas fases de ' descobrir quem realmente sou eu ' (Arrg), porque tem toda aquela história de que a próxima etapa da vida será ser adulto e para isso tem que estar preparado para trabalhar e encarar a vida serio, conseguindo se sustentar, ( às vezes com uma família), sozinho. Então é bem recomendado, (não só por mim), que a maioria das pessoas nessa fase procure coisas, digamos assim, produtivas, que venha a te proporcionar algum beneficio, tanto no seu caráter, (no seu 'quem sou eu '), tanto no seu futuro. Mas então é ai que vem algo um tanto que complicado, que é o comportamento dessa pessoa em relação ao seu exterior, (de um jeito mais simples, o jeito que a pessoa age quando está com outros tipos de pessoas, diferentes).
Adultos, queridos adultos, vocês que 'já passaram dessa fase', se lembra dos seus pais falando que você tinha de 'agir de tal maneira', (isso provavelmente sim), querendo que vocês agissem com eles igual como você agia com seus 'coleginhas'? Provavelmente não, ele queria que você o tratasse com mais respeito e não que você tratasse igual ' sua parecera', (é, acho que assim que se escreve). É quase a mesma coisa agora. Eu acho que você tem que tratar cada pessoa de um modo que cada uma receba o tratamento adequado à situação e o grau de intimidade que você tem com ela, (tratar cada uma de um modo diferente, deixando o botão do bom - senso ligado, por favor!). Pensa: você não traria seu chefe igual você trata sua avó, do mesmo jeito que não trata sua mãe do mesmo jeito que você trata um 'coleguinha', (até porque você iria apanhar muito).
 Não me entendam mal, não estou falando, (escrevendo no caso, certo?), em não ser verdadeiro quanto às variações do seu interlocutor, bem ao contrario, em saber utilizar certos métodos ao conversar com pessoas diferentes. Outro exemplo em saber falar e mudar o seu comportamento com outras pessoas, é que você não sai para contar seus problemas para alguém do seu trabalho, do mesmo jeito que você não vai tratar sua mãe igual qualquer pessoa que passa por você no corredor. É isso que eu queria compartilhar. 
 Não fiquem achando ruim se estamos mudando algumas coisas no nosso comportamento com vocês, ou se vocês fossem sentem que não estamos contando tudo a vocês. Estamos crescendo, tudo muda, não só o corpo, mas a mente junto com ele, (junto não é bem a palavra, pois tem pessoas com ' corpinho violão' e o cérebro do tamanho da palheta). E POR FAVOR, não ajam como se nunca tivessem passado por isso, como se seu filho fosse à primeira criatura que passa pela 'aborrecência'. Lembram-se como foi essa fase pra você, e tentem atribuir isso aos dias de hoje, com a sociedade atual, (e não me refiro à tecnologia), e o comportamento dos 'jovens' de hoje em dia,( sim, aguns bem fúteis). Em relação a você não sentir que estamos falando tudo para com vocês, bem, não esperem que no dia para o outro quando você perguntar “Tudo bem, filho?" ele venha no seu colo e explique desenhado tudo que vem passando com ele. Isso é uma questão de tempo. Eu acho, (pelo menos eu), que nessa idade, nós atribuição essa coisa de 'se confessar' pros adultos, igual fazemos melhores amigos. Demora muito tempo até que a pessoa prove confiança e que vala a pena compartilhar itens da vida com ele. Eles acham que é mais fácil contar para melhores amigos, mesmo que eles tenham a mesma ideologia, (o que são poucos que tenham uma, digamos, que preste, por isso é difícil acham 'BFFs' e talvez seja por isso que pra mim 'BFF' para mim quer dizer 'Batata Frita Forever'), que nós, sabemos que eles não vão nos punir ou dar bronca, apenas vão ouvir e tentar nos consolar. Nós às vezes não gostamos de falar certas coisas com os pais, porque às vezes não temos tanto vinculo, ou uma porta aberta de verdade, não é apenas chegar e si confessar para o padre, sabemos que o padre não vai fazer o mesmo com nós. 
Não sei se estou deixando claro o que eu quero dizer, então lá vai: falamos mais com melhores amigos do que com os pais, não só porque além do problema que temos, vamos ter que aguentar uma bronca ou coisa pior dependendo do que falaremos, (sem contar os sermões, o que não aguentamos, pelo mesmo eu), mas porque sabemos que o melhor amigo vai fazer o mesmo conosco, quando ele quiser, vai poder se abrir com nós, e no final tudo vai acabar 'com brincadeiras e histórias para serem contadas aos netinhos', ( como num lindo filme de lição de moral, aarrg). Queremos falar com pais, mas temos receio de não ter ajuda, de só ter sermões e nada de diversão e histórias. Por isso queridos adultos, tenham essa porta de uma verdadeira amizade com os filhos, vocês vão gostar e nós também.
 Agora, não faça tudo acabar com em séries americanas que a mãe fica no meio dos amigos, falando se ele trocou a cueca ou como ele era lindo tomando banho.