domingo, 1 de abril de 2012

Quer equilibrio? Arranje uma balança.


E não tente arranjar nas pessoas.
  Boa noite a todas as balanças que não estão em sintonia com o seu "Yin-yang". E para as pessoas, não perfeitas que por lavagem cerebral decidiram visitar - me.
 Sabe, eu ando lendo muito mesmo, ( novidades...), chegando a ficar com uma séria abstinência quando tenho que parar de ler para falar com as pessoas, ( e ainda não sei pra que, todo mundo sabe que as conversas não passam de " Oi, tudo bem? Tudo e você? Bem. Também."), mas não é bem esse o assunto que quero compartilhar aqui.(Bem, esse vai ser um dos exemplos, mas eu gosto de ler mesmo). Exigir perfeição e ponderação das pessoas é certo? Melhor: será alguém pode fazer com que as pessoas ao seu redor, (principalmente as mais próximas, o que a torna uma estraga prazeres ainda maior), ajam do jeito que ele ache 'certo'?
Eu sei que há pessoas realmente que passa dos limites da, digamos, 'liberdade de comportamento'. E eu espero que você também saiba que existem pessoas fazem de tudo para sofrer de algo que chamo “Eu sei a resposta certa de tudo, e você errou". Sabe essas pessoas que ao invés de se incrementar, querer adicionar conteúdo, caráter, (coisas úteis sem o F no começo), preferem ficar cassando supostos  ' excessos nas pessoas', (menos nelas mesmas que são seu "ponto de inspiração"), taxando como defeitos. Sabe, aquela famosa frase "Você é muito exagerado", mas imagine alguém repetir para você quase sempre essa mesma frase e em quase tudo que você faz. 'Flashback 'aqui comigo: você quer passar um tempo jogando vídeo game, simples. Então você passa dois dias jogando a tarde e aquela pessoa muito sociável já começa a ti encher falando que você já está viciado. Você (essa é bem eu, admito), gosta de ler e o  livro no momento é meio grande, então você se dedica a ele, o lê sempre que possível, e adivinha? Lá vem aquela pessoa super legal que não parece que não gosta de te ver dedicado a nada, (algumas reclamam até quando você estuda muito). Mas o que fazer com esses 'sacos de areia’, (que si você fosse colocar cimento neles, reclamariam que você anda muito concreto)?
 Eu acho que a melhor coisa a fazer é ignora - lós e continuar como si ninguém tivesse dito nada. Temos que saber separar o útil do fútil, tanto em pessoas quanto nas palavras e até também nas nossas atitudes. Ouvir, claro que vamos escutar os dois tipos de coisas, até outros, mas basta você apenas instalar uma peneira na sua cabeça, (você me entendeu), e ir separando nas categorias certas, principalmente a da 'lixeira'. Também não falo só das informações, mas das inúmeras certas pessoas que valem tanto quando a categoria ' para ser excluído'.