domingo, 12 de agosto de 2012

Apenas ignorem.



Texto feito às 22 horas e 33 minutos do dia 21 de junho de 2012.


“Eu fiz 14 anos a exatamente uma semana, cinco dias, dez horas e trinta minutos quando escrevi essa linha. Quase tudo mudou. Quase. 
E entre o "quase" e o "tudo" há uma porção de coisas. Eu comecei a pensar nisso depois do tapa na cara  que ganhei de presente por mim mesma.
E nesse estava embutido O choque de realidade como encerramento do espetáculo.
 ”Beatriz Florentino Bastos já tem quatorze anos. Quatorze anos. Quatorze anos..."
 14. Esses dois numerais me seguem desde então. No meu pensamento. Nas redes sociais. Nas milagrosas duas velinhas, (em dois bolos para cinco aniversariantes). E no que mais anda me assustando; nas palavras nas pessoas.
Um simples “Você já tem quatorze anos, já pode prestar SENAI”. Isso me apavora.
 "Eu já fiz quatorze anos!"
Para pessoas próximas da minha idade esse é um número tão esperado. Para pessoas além da minha idade é um misero 'nem começou a vida'.
 Mas eu admito duas coisas:
 Como pessoas da minha idade, esse era um número inalcançável. E quantos pensamentos não foram! 

"Odeio a TV. Ou são desenhos com até tijolos falantes, ou são séries adolescentes chatamente recheadas de "quem gosta de quem", primeiros beijos e outras cenas e diálogos vergonhosos de assistir com os pais."

Quando eu tinha dose anos, existia um dos maiores abismos entre essas idades. Parecia inatingível.
E então tudo passou tão devagar, tão rápido. Cresci sete centímetros em um ano. Em um ano falaram que desabrochei. Apenas comentários. 
 Por outro lado, concordo com a opinião mais velha. “Só quatorze?"
 Apesar de parecerem apenas quatorze anos, conte. Faltam quatro anos para os dezoito. Dezoito anos!
É uma copa do mundo de espera.
 E com 'apenas' quatorze, questiono: tem coisas que posso fazer desde os 11, (garotas entendem...), mas em contra partida com dezesseis não si pode namorar.  Sentido?
Querem que as garotas casem antes dos vinte anos, mas como ter o 'convívio' com alguém e saber 'que é'?
 Caramba! Posso sentir na pele todo mês que posso engravidar, mas "o programa não tem cenas recomendadas as menores.

Devia ter uma cláusula. “Exceto para mocinhas, elas sabem não ter medo de sangue.”
  Apenas desabafando.
Acho que todos passam por isso, de se sentir maduro, mas saber que tem muito a aprender.
“Às vezes quando penso em publicar o livro, me sinto um bebê prematuro em meio ao mundo literário"
Crescer. É essa a palavra. Não apenas sete centímetros por ano por ano. Sete coisas cada dia já é um começo.
 Crescer não é você perder a vontade de brincar de esconde-esconde ou o que seja, é continuar e ainda fazer um relatório para o dia seguinte. Amadurecer não é não passar mais em frente à loja de brinquedos. É saber falar “Eu errei.” “Eu te perdoo” sem precisar da sua mãe ou a resposta do juiz depois de um processo (o que é quase na mesma). É por si só. É ter a atitude que suas palavras encenaram.
 E é sim passar na loja de brinquedo, comprar e entregar a uma criança. Essa é uma das maiores provas que você mudou. E para melhor.
 ”Crescer não é só "perder a criança". É preservá-la e fazer desenvolver mais coisas dentro de si. O adulto responsável e mais maduro sabe equilibrar entre os dois."


Nota da escritora: Escrevi em uma noite aonde os pensamentos não queriam se inquietar, acabaram parando no papel, enquanto eu escrevia em cima da cama, com uma lanterninha. Na verdade, a maioria dos meus textos vem assim. Um caderno, um lápis, madrugada, "uma mente perturbada" (sim, eu tinha que rimar com isso!), tudo em caderno.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Experimentar Resenhar: O Menino do Pijama Listrado

ATENÇÃO: ESTÁ RESENHA CONTÉM SPOLIERS.

Oi, como foi seu dia? O meu foi ótimo, um obrigado telepático para você.

 Eu tenho um péssimo habito de procurar. Procuro quase tudo e quase em todo lugar. Os 'quases' dessa vez foi um livro e o lugar uma estante alta, (pelo menos para mim, sim meio baixinha). Encontrei esse clássico que eu precisava adicionar a minha meta de leitura desse ano, Devorei em um dia, quase tão rápido quanto o autor levou para fazer (dois dias e meio). Mesmo em pouco tempo o autor conseguir escrever  um ótimo livro. É acho que gostei. O melhor já começa com a informação de aba, misteriosa que deixa uma interrogação, o que só aumentou minha vontade se lê-lo logo.   Bruno é um personagem cativante, as crianças são. eu não era. Uma coisa que mais me chamou a atenção no comportamento de Bruno é como ele era curioso. Adorava suas "explorações" agradáveis pela antiga casa em Berlim, quando um dia se depara em uma casa estranha, num lugar tão sem encantos quanto seu novo bairro em Berlim.  Como eu já havia assistido ao filme antes, infelizmente o livro não foi uma surpresa, mas me surpreendeu com, claro, os detalhes. Eu me sentia entediado quando o Bruno passava a tarde olhando para "fazenda", sem ter o que explorar na nova casa sem graça e sem cômodos extras, como estava acostumado.

 Uma das personagens que mais me marcaram, e com isso quero dizer que me fez refletir sobre o que realmente foi a Segunda Guerra Mundial (será apenas uma questão de política?), foi Pavel.  Ele não apareceu muito, mas foi o suficiente para chamar minha atenção. O quanto ele foi cuidadoso quando Bruno se machucou enquanto balançava no seu pneu feito para passar o tempo. Ele cuidou de Bruno, mesmo com tudo que "sua raça" o fez passar. A inocência de Bruno foi um dos requisitos que mais encheram de encanto o livro. Quando Bruno foi conversar com Pavel enquanto este cuidava de seus ferimentos, foi um dos melhores momentos do livro. Na conversa, Pavel tenta não contar a Bruno sobre nada que os pais o proibiram de falar. Nas palavras, vê-se o quanto ele está cansado, mas ainda acredita que vai melhorar e passa esse 'acreditar' ao Bruno. Shmuel. Ele complementava Bruno. Ele é como si fosse outra versão de Bruno, o que falta de calma e desanimo em Bruno está em Shmuel. Afinal, como ele passaria por tudo, retirado do seu lar, da sua família, (como decorrer da história, Shmuel cita que o avô "desapareceu" e tenho que admitir que uma lágrima escorreu quando compreendi o que aconteceu e como o pai de Shmuel tentou disfarçar isso), e estar exposto a soldados que os tratam como porcos no chiqueiro? (Acho que todos sabem os verdadeiros porcos da história). Teve outros personagens que despertaram diversos sentimentos em mim. A irmã de Bruno, o "caso perdido". Eu senti muita pena dela. Não por ela sofre, (ela não sofre nada, relaxem), mas por ela ter si tornado tão ingênua e tenho certeza que a idade de Bruno (nove anos se me recordo bem), era o que o deixava em consciência, fora do pensamento corrompido sobre pensar em extermínio de "raças" quando todos são apenas seres humanos,  Linda a passagem, já no final, de Bruno quando não se lembra mais dos nomes dos ex-amigos, onde ele percebe que nunca foram realmente amigos verdadeiros, apenas companheiros com quem brincava. Shmuel. Esse era o nome do seu "BFF". Seria para sempre si não ocorresse um detalhe.    Em resumo eu recomendo esse livro como uma leitura obrigatória a todos, pois além de rápida é um livro que você nunca esquece. Vamos e leia! Sinta raiva de tenente Kotler, ponha-se no lugar de Maria e tente entender o que se passa na mente da mãe de Bruno quando ela entende o que acontece na "fazendo" e por que não criar um final alternativo?! ”Se eu estivesse com o livro em mãos, colocaria alguns quotes, mesmo sendo comum fazer isso acho interessante.  Espero que os leitores invisíveis tenham gostado da resenha. Estou gostando de experimentar escrevê-las, na verdade gosto de tudo em que posso escrever o que gosto. Tenho que agradecer certos sites, pois se não fossem por eles, eu não lembraria o nome de alguns personagens nunca. 

domingo, 1 de abril de 2012

Quer equilibrio? Arranje uma balança.


E não tente arranjar nas pessoas.
  Boa noite a todas as balanças que não estão em sintonia com o seu "Yin-yang". E para as pessoas, não perfeitas que por lavagem cerebral decidiram visitar - me.
 Sabe, eu ando lendo muito mesmo, ( novidades...), chegando a ficar com uma séria abstinência quando tenho que parar de ler para falar com as pessoas, ( e ainda não sei pra que, todo mundo sabe que as conversas não passam de " Oi, tudo bem? Tudo e você? Bem. Também."), mas não é bem esse o assunto que quero compartilhar aqui.(Bem, esse vai ser um dos exemplos, mas eu gosto de ler mesmo). Exigir perfeição e ponderação das pessoas é certo? Melhor: será alguém pode fazer com que as pessoas ao seu redor, (principalmente as mais próximas, o que a torna uma estraga prazeres ainda maior), ajam do jeito que ele ache 'certo'?
Eu sei que há pessoas realmente que passa dos limites da, digamos, 'liberdade de comportamento'. E eu espero que você também saiba que existem pessoas fazem de tudo para sofrer de algo que chamo “Eu sei a resposta certa de tudo, e você errou". Sabe essas pessoas que ao invés de se incrementar, querer adicionar conteúdo, caráter, (coisas úteis sem o F no começo), preferem ficar cassando supostos  ' excessos nas pessoas', (menos nelas mesmas que são seu "ponto de inspiração"), taxando como defeitos. Sabe, aquela famosa frase "Você é muito exagerado", mas imagine alguém repetir para você quase sempre essa mesma frase e em quase tudo que você faz. 'Flashback 'aqui comigo: você quer passar um tempo jogando vídeo game, simples. Então você passa dois dias jogando a tarde e aquela pessoa muito sociável já começa a ti encher falando que você já está viciado. Você (essa é bem eu, admito), gosta de ler e o  livro no momento é meio grande, então você se dedica a ele, o lê sempre que possível, e adivinha? Lá vem aquela pessoa super legal que não parece que não gosta de te ver dedicado a nada, (algumas reclamam até quando você estuda muito). Mas o que fazer com esses 'sacos de areia’, (que si você fosse colocar cimento neles, reclamariam que você anda muito concreto)?
 Eu acho que a melhor coisa a fazer é ignora - lós e continuar como si ninguém tivesse dito nada. Temos que saber separar o útil do fútil, tanto em pessoas quanto nas palavras e até também nas nossas atitudes. Ouvir, claro que vamos escutar os dois tipos de coisas, até outros, mas basta você apenas instalar uma peneira na sua cabeça, (você me entendeu), e ir separando nas categorias certas, principalmente a da 'lixeira'. Também não falo só das informações, mas das inúmeras certas pessoas que valem tanto quando a categoria ' para ser excluído'.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Existem pessoas maduras iguais à banana verde

Boa tarde, espero que o dia das pessoas invisíveis super legais que leem aqui, esteja sendo bom. O meu era pra ser, mas então colocou a escola e já sabe como fica. Não que eu não goste de ir para escola. Eu gosto. Gosto das matérias, de estudar, (sou bem nerd), só não gosto das provas e trabalhos, mas quem dera que esse fosse o único lado ruim. Sim, sou muito grata por ter pais que pagam uma boa escola para mim e valorizo o suor do trabalho deles aproveitando o estudo e tentando tirar boas notas, logo eu não entendo mesmo desde que me entendo por gente, (foi ontem eu acho, quando eu tava assistindo Bob Esponja acordei pra vida), é como tem pessoas folgadas, que só sabem atrapalhar os outros e a aula irritando a professora, (que por fim acaba descontando em toda sala achando que vai resolver alguma coisa, por que ela não revolve o problema só com a peça? Outra coisa que fico inconformada), cuja senhores pais também pagam um preço muito caro pela escola e pelo filho. Sem querer que fique parecendo que eu só reclamo, mas eu convivo com uma mesma sala há anos e vejo a evolução deles, "evolução" entre aspas porque não sai da mesma, (estou falando do tipo ' tacar coisas pela janela e aviõezinhos de papel ' do 1° ano ao 9 ano °. Senti a maturidade). Eu, como sou uma pessoa muito legal e esperta, (tira a parte a partir do 'muito'), sei separar as pessoas tranquilas das ''bombas ambulantes'', mas não é nisso que me incomodo. É a perda de tempo, de matéria até de diversão que tenho a ir à escola e saber que será as mesmas babaquices de sempre feitas pelas mesmas pessoas de sempre. Pensa aqui comigo: já não é ruim o suficiente ter que acordar cedo, deixar aquela caminha quentinha em casa e ir com uma primeira aula de física? Parece que não é tão ruim o suficiente para certas pessoas, pois pelo comportamento delas, acho que gostam de desaminar ainda mais a vida dos outros em querer mostrar para todo mundo que eles têm o poder de piorar quando estão por perto. Quando essas pessoas resolvem faltar até parece que você mudou de escola, que até as tias da limpeza ficam mais felizes.
  Mas tudo bem. As pessoas que tem um pouco mais de cérebro, (melhor: que usam ele para armazenar informações úteis, não fúteis, pois tem gente que antes de colocar informações no cérebro, analisar primeiro para ver si tem um ‘F’ na frente do útil), tem que perdoa - lós, sem se estressar, sem criar caso, logo, com a maior classe é claro,  as pessoas usuárias do órgão chamado cérebro vão ter muito mais motivos para rir a vontade, superando toda babaquice que tiveram de enfrentar, e vão rir ainda mais, pois vão saber valorizar a batalha vencida.
  Boa tarde para vocês, como disse, eu não ligo que alguns sejam invisíveis.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Melhorar suas escolhas faz bem, sabe


Boa noite para mim mesma, porque eu sei que só eu leio meu próprio blog. Mas caso exista alguém boa noite pra você. Se alguém leu meu about, sabe que quero muito ser escritora, (muito mesmo). Por isso tento me preparar do melhor jeito possível, (um deles é manter um tumblr, um blog, essas coisas), então descobri um site com um curso ensinando um bom método para escrever e incrementar sua ficção. (Aqui: Gotham Writer`s Workshop Escrevendo Ficção). Dinâmico ao mesmo tempo calmo e divertido, (propaganda gente), ele traz lições e boas dicas de como melhorar sua ficção, (ou começar a escrever). Eu mesma já aprendi muitas coisas legais que você considera e aprecia sem perceber enquanto lê um livro. Umas das primeiras lições, (uma breve passada com as minhas palavras), é saber que um bom método de começar a ficção é com os personagens, como se você desse um zoom na personagem e com o passar do enredo o zoom ir diminuindo e mostrar o restante da 'fotografia'. Eu ainda não o conclui todo o curso e admito que quando mostra o tempo estimado da atividade, demoro o dobro para ler, resumir tudo no meu caderno de anotação, (que não é só de anotação, é de tudo: desenhos, frases, textos, poesias, trechos dos futuros livros, matéria revisada por mim... enfim), e pensar em umas boas respostas para as perguntas finais. Me imaginem na escola...

Mas enfim, eu quero muito ser escritora, novidade de primeira mão, por isso fui atrás de coisas que me melhorem e que me faça sentir mais preparada. É isso, que me prepare. E minha dica aqui é que você faça o mesmo; quer mesmo alguma coisa para sua vida, mano, V-A-I  A-T-R-Á-S. Tá ai em letrinhas bem grandes e coloridas, bem desenhadinho para quem tem esse probleminha de lerdeza mental e física também às vezes.

Basta conversar para resolver

 Mas com a pessoa certa, por favor.
Boa tarde para todos e para mim também, porque espero que a tarde seja melhor que foi a manhã.
Bem, como aluna, eu sei que tenho minhas obrigações na escola, e não estou falando em lição de casa, (isso também), mas me refiro à educação, (e pra mim, bom senso também devia fazer parte da lista de obrigações). Na minha querida escola, estamos com uma professora substituta em uma matéria de peso. Sim, matemática. E sendo uma matéria muito importante é uma das únicas aulas que temos uma calmaria na sala, (o que uma das coisas que mais gosto na aula de matemática), mas com essa nova "professora", quem virou professor fomos nós, alunos. Praticamente nós que corrigíamos os exercícios sozinhos, (e a corrigimos), e como algumas pessoas na sala sempre procuram uma brecha para ‘zuar em tudo, logo a sala continuou a ser uma zona até nas aulas de matemática e de aprendizado com a matéria nova, (que alias muitos de nós iremos utilizar ao prestar concursos ano que vem), Zero.
 Eu não sei si vocês sabem, mas em salas de aula, qualquer assunto que envolve as palavras 'professor' sem as palavras 'bronca em alguém' ', vira uma festa de cochichos. Estavam falando em conversar com a professora que ninguém, nem ela mesma, estavam entendendo a matéria. Até eu fui na onda em abrir um tempo do recreio, ( sim eu falo 'recreio' e não tente me convencer a falar ' intervalo' ou 'lanche'), para conversar com a prof. Mas si você não conhece salas de aula não sabe que essa rebelião toda é só pra ter assunto pra falar mesmo e só 2 pessoas foram falar pela sala toda. Eu iria, mas quando vi que a conversa envolveria outra prof. e não a de matemática desisti. Falar nas costas de alguém não é comigo. Dar no que der, eu sei que no final de tudo, vou continuar no mesmo lugar, fazendo minhas anotações e, (dê preferência), continuar tentando a entender outra querida, álgebra.

terça-feira, 13 de março de 2012

Resumo de um mundo

(Ou não tão paraiso assim).
Como você já deve ter lido, (eu espero que tenha lido), aqui é apenas mais um blog, de mais uma garota que tem, ora que novidade, uma opinião. Vou postar uma foto que me interessou no dia -a -dia, meu comentário sobre um livro, sobre um filme, e outras coisas normais de blogs. Vou gostar muito de colocar possíveis trechos de meus possíveis futuros livros, sobre o que eu penso em determinadas coisas que ocorrem no cotidiano e meus pensamentos fora isso, ah sim, meus pensamentos que fazem de uma frase um livro, normal sabe, coisa de gente que tá na ‘aborrecência’. Ás vezes acho que eu gosto tanto de escrever, porque não sou de falar, não que eu não goste de conversar, mas às vezes também acho melhor liberar o que está sentindo para um papel do que para certas pessoas, certo?